22/02/2017: Reunião do PET

Na reunião que ocorreu em 15/02/2017, o Grupo PET Educação desenvolveu o primeiro ponto da agenda acordada para o final do segundo semestre letivo de 2016 que, de acordo com o COCEPE/UFPel ocorrerá entre 06 de fevereiro a 25 de março de 2017.
As duas propostas, elaboradas e apresentadas pela tutora Drª Cristina Rosa foram iniciadas: Escrita de um artigo individual a ser publicado em uma revista digital – PetEducaçãoPublica – sobre as temáticas desenvolvidas nas pesquisas em 2016  e Atualização do Currículo Lattes.
O primeiro momento foi de Orientação sobre estrutura dos artigos a serem escritos. Um esquema foi organizado no quadro e, ponto a ponto, exposto pela Tutora às esrudanres que uderam sanar duvidas e acrescentar informações.
No segundo momento houve a atualização do Currículo Lattes da Erica Machado Leopoldo e da Rafaela Canez Camargo. Devido ao tempo, o grupo conseguiu apenas observar aspectos do currículo da Érica, ficando todos comprometidos a organizarem os seus a partir das orientações dadas a ela.
No dia 22/02, quarta-deira, teremos a apresentação oral dos temas/títulos de cada um dos artigos e a atualização do Currículo Lattes da Priscila Brock e da Roberlânia Moura.


Educação Inclusiva: um evento na UFPel

O 1º Congresso Luso-Brasileiro sobre Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e Educação Inclusiva (Conlubra) ocorrerá nos dias 5, 6 e 7 de abril, no Campus Capão do Leão, em Pelotas. Organizado pela UFPel, o foco do evento é o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e a Educação Inclusiva.

Inscrições
Serão abertas 500 vagas para inscrições no evento. O prazo final para inscrições e pagamento com submissão de trabalhos é 22 de fevereiro. Já para inscrições sem submissões de trabalhos, o prazo final é 3 de abril.

Mais informações em:


Raquel Schmalfuss dos Santos (2007-2010): depoimento

Em uma de suas obras, Ruben Alves diz que “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas[1]”. Um grupo de pesquisa pode ser assim também, dependendo de seus integrantes. Compreendo grupo como um conjunto de pessoas que tem ou busca um mesmo objetivo e a pesquisa, como um processo que objetiva compreender problemas e dar a eles tratamento adequado até a apresentação de resultados[2]. Para mim, ter sido petiana foi assim: integrei um grupo e pude tornar-me pesquisadora.
Sei que, quando se entra na Universidade e em um grupo de pesquisa, nem sempre se conhece os desdobramentos que podem ter essas ações e desafios. No entanto, se depois de um tempo tu não passares a ter esse olhar sobre o que se propôs a fazer, então está gastando o tempo em vão.
Penso que, no PET ou em qualquer outro grupo de pesquisa tu precisas abandonar teus hábitos e tornar-te uma acadêmica. Humana, é claro. Com falhas, sim. Para evoluir, no entanto, é preciso reconsiderar o ditado “é errando que se aprende’. Se tu queres sair de fato da mesmice, busque tudo que o grupo tem a lhe oferecer em termos de conhecimento. Para tal, observe as pessoas, como pensam e fazem, investigue as razões de seus fazeres, faça perguntas, anote as respostas, seja humilde e tenha uma posição “na medida certa”. Sobretudo, não fique em lugar algum só porque te pagam para estar ali!
Para todas nós, durante a graduação este grupo de pesquisa é como um alimento para a vida toda, porque nele descobrimos muitas linhas de pesquisa. Ou seja, é um berçário no qual se pode escolher um tema com o qual temos afinidade e, com dedicação, dar início a uma brilhante carreira. Lembre: mesmo não dando muita importância para o currículo, mais tarde vamos precisar dele. Começamos a preenchê-lo quando apresentamos trabalhos em eventos, quando escrevemos um artigo, organizamos um evento...
Entrei no PET Educação em 01/09/2007. Sou uma das primeiras integrantes. Saí um pouco antes do previsto por questões familiares. Concluí a graduação em setembro de 2015 e, em 2016 ingressei no Curso de Especialização em Ciências e Tecnologias na Educação do IFSUL, campus CAVG. Ainda não exerço a profissão de Pedagoga, mas pretendo mudar essa situação em breve.

Dica de Pedagoga:
Em função de uma disciplina da Especialização, fiz um Blog. Quando estiver pronto, irá conter tudo que eu utilizei no Estágio na Educação Infantil, desde o Projeto apresentado na Escola até meus planos de aula. Deixo aqui um link, pois meus estudos podem servir de modelo para quem ainda não teve a oportunidade de criar o seu próprio: http://raquelschmalfuss.blogspot.com.br/


Leituras para meninas no dia internacional da mulher

LEITURAS PARA MENINAS
Uma brincadeira no dia internacional da mulher...

Descrição: O evento Leituras para meninas constitui-se de leituras públicas de obras literárias infanto-juvenis de escritoras brasileiras e não só. As obras foram escolhidas por terem, em seu universo ficcional, protagonistas meninas, mocinhas e ou mulheres que não esperam o príncipe encantado resolver seus problemas. São personagens inspiradoras, que se responsabilizam por si mesmas, propõem saídas inusitadas para velhos problemas e são bem humoradas. Será desenvolvido pelo GELL - Grupo de Estudos em Leitura Literária da FaE/UFPel – e está integrado a outras atividades pensadas para o Dia Internacional da Mulher que serão desencadeadas pela Faculdade de Educação. Destinado às meninas do 7º, 8º e 9º ano da E.E.E.F. Fernando Treptow, ocorrerá na manhã do dia 08/03/2017, na Biblioteca Cristina Maria Rosa.

Leituras para meninas: ficha técnica
1.  Cinara Postringer: A bailarina, de Vinícius de Moraes e As meninas, de Cecília Meireles;
2.    Cristina Rosa: Pandolfo Bereba, de Eva Furnari;
3.    Érica Machado Leopoldo: Uma Chapeuzinho, de Marjolaine Leray;
4.    Rafaela Canez Camargo: Ervilina e o princês, de Sylvia Orthof;
5.    Tamires Machado: Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector;
6.    Ieda Kurtz: O Príncipe que Bocejava, de Ana Maria Machado.

Justificativa
Integrado a uma data especial e tendo como foco a leitura literária, ler publicamente tem sido a ênfase do GELL - Grupo de Estudos em Leitura Literária da FaE/UFPel. A leitura de textos sobre personagens femininas desde a infância empodera as meninas e pode inspirá-las a serem protagonistas das próprias vidas. Os objetivos do grupo são:
ü    ler textos literários de qualidade;
ü    ler mulheres para meninas;
ü    reunir meninas e mulheres leitoras;
ü    ler em um espaço escolar;

ü    ler e brincar de pensar.

Dados da proposta
Coordenação: Drª Cristina Maria Rosa
Docente no Departamento de Ensino da Faculdade de Educação/UFPel.
Apoio: PET Educação
Foco: Leitura e diálogo de poesias e contos em que a personagem principal é uma menina.
Público: Meninas do 7º, 8º e 9º ano da E.E.E.F. Fernando Treptow
Espaço: Biblioteca Cristina Maria Rosa
Data: 08/03/2017, das 9 às 11 horas

Interpet Fevereiro: PET Educação presente!

Ocorre hoje, nas dependências da Odontologia, o primeiro interpet de 2017.
Organizado pela executiva, desta vez o café da manhãser´pa partilhado por todos os grupos PET da UFPel. Na Pauta, a agenda de 2017, o Sulpet (20-23 de abril em Floriánópolis), e o CENAPET, que ocorrerá em Brasília.